A documentação é uma das partes que mais geram dúvida no Visto E2 — e com razão: ela é volumosa e detalhada. Mas dá para organizar tudo em três grandes grupos. Mais do que reunir os papéis, o segredo está em apresentá-los de forma clara, e é aqui que um advogado de imigração faz muita diferença.

Antes da lista, o lembrete de sempre: a Unike não conduz o processo de imigração. Recomendamos fortemente contratar um advogado especializado em E2 — que indicamos — para montar e formatar a documentação. Nossa parte é assegurar que a franquia escolhida chegue forte a essa etapa.

Grupo 1: os formulários

São os formulários oficiais do governo americano. Na via consular, o principal é o DS-160 (a aplicação online de visto não imigrante), preenchido pelo investidor e por cada dependente. Dependendo do caso e do consulado, soma-se o DS-156E, a aplicação específica de treaty trader/investor. Quando a entrada é por mudança de status dentro dos EUA, o caminho passa pelo formulário I-129. Havendo representação por advogado, isso também é registrado nos formulários próprios. O profissional sabe exatamente quais se aplicam ao seu caso.

Grupo 2: os documentos pessoais

Aqui entram os documentos do solicitante e dos dependentes: o passaporte do país que se qualifica para o E2, certidão de casamento, certidões de nascimento e demais comprovantes pessoais. É o grupo mais direto de organizar.

Grupo 3: o negócio e o investimento (o mais complexo)

Este é o grupo que exige mais cuidado. Ele reúne tudo que comprova a solidez do empreendimento e a regularidade do capital:

  • Documentos da entidade jurídica da empresa (constituição, contrato social, registros).
  • Comprovação da origem lícita dos recursos, com a trilha de onde veio o dinheiro.
  • Prova de que os recursos já estão comprometidos e em risco no negócio.
  • Plano de negócios consistente, com projeções e potencial de lucro e empregos.
  • Carta de apresentação destacando as qualificações do investidor para dirigir a empresa.
O ponto-chave

Não basta entregar um plano de negócios: ele precisa estar formatado de um jeito que facilite a leitura do oficial. A mesma informação, bem organizada, comunica muito mais. É por isso que um advogado habituado a casos de E2 costuma fazer a diferença na hora da análise.

O Departamento de Estado dos EUA mantém uma lista oficial de documentos para o visto de investidor; o seu advogado vai trabalhar a partir dela, adaptando ao seu caso. A ideia aqui não é esgotar a checklist, mas dar uma visão clara de como o material se organiza.

Como a franquia facilita esse grupo

Vale um ponto prático a favor das franquias. O franqueador costuma fornecer materiais prontos e profissionais — manuais operacionais, programas de treinamento, material de marketing — que entram na documentação e reforçam a credibilidade do pedido. Quem monta um negócio do zero precisaria produzir tudo isso sozinho, com mais tempo, custo e risco de qualidade inferior.

É mais uma razão pela qual a escolha da franquia certa impacta o processo inteiro. Representamos mais de 700 franquias americanas e ajudamos você a selecionar a que melhor se encaixa no seu perfil — para que, quando chegar a hora de documentar, boa parte do material já venha estruturada e o advogado tenha um caso forte para apresentar.