O inglês de conversação é um dos requisitos mais subestimados de quem quer investir em uma franquia americana e aplicar ao Visto E2. Os franqueadores exigem proficiência para aprovar um candidato — e o idioma é essencial para operar o negócio no dia a dia.
Neste artigo explicamos por que o inglês importa, em que momentos ele pesa e duas situações em que, mesmo sem fluência total do investidor, é possível viabilizar o negócio.
O idioma é um requisito, não um detalhe. Os franqueadores com quem a Unike trabalha exigem proficiência de conversação para aprovar o candidato. A boa notícia é que o requisito pode ser atendido pelo aplicante, pelo sócio ou pelo cônjuge.
O mínimo esperado: manter uma conversa
Como regra geral, o candidato a uma franquia americana precisa conseguir manter uma conversa em inglês, seja por e-mail ou por telefone. Não basta entender as informações que lhe são passadas: é preciso também conseguir se expressar.
Duas situações em que o investidor não precisa ser fluente
- Alguém da família fala inglês. Quando o investidor se muda com a família e um filho ou o cônjuge fala inglês, isso costuma ser mais que suficiente: o franqueador direciona a comunicação a essa pessoa, que traduz e compartilha com os demais. O investidor segue sendo quem dá entrada no visto e assina o contrato.
- Um sócio fala inglês. Nesse caso, a comunicação é direcionada ao sócio. Se ambos forem estrangeiros e ambos aplicarem ao E2, cada um precisa ter 50% de participação no negócio — o que, inclusive, é bem visto pelo franqueador, pois mostra que quem conduz o relacionamento está comprometido com a franquia.
O inglês em três momentos diferentes
1. Seleção e primeiro contato
No início, o candidato precisa do inglês para ler as informações que as franquias enviam ou que estão nos sites — quase sempre em inglês — e para se comunicar com as marcas de interesse. O primeiro contato costuma ser uma ligação de apresentação, em que cada parte se apresenta. É importante conseguir falar sobre você, seus objetivos e sua experiência, além de entender o que o franqueador explica sobre o modelo de negócio.
2. Treinamento
Depois de escolher a franquia e assinar o contrato, vem o treinamento. Aqui você não precisa se expressar tão bem, mas precisa absorver o conteúdo, porque isso fará diferença no dia a dia da empresa.
3. Operação
Com o negócio em funcionamento, a necessidade do idioma fica mais operacional e varia conforme o modelo. Pode ser que você lide apenas com um gerente-geral bilíngue, exigindo menos fluência, ou que precise gerenciar uma equipe que fala apenas inglês, exigindo um nível mais avançado.
Na prática, isso costuma ser um obstáculo?
A maioria dos franqueadores que trabalham com candidatos ao E2 está acostumada a estrangeiros e a pessoas que ainda não são fluentes. Por isso, raramente o idioma é um empecilho — apenas em alguns modelos de negócio em que a comunicação tem peso maior no sucesso da operação. O essencial é conseguir se comunicar, entender e construir um bom relacionamento com o franqueador. E há um detalhe animador: com o tempo, o ouvido se acostuma e o inglês melhora.
Mesmo assim, encare o idioma como prioridade no planejamento, e não como um detalhe de última hora — afinal, ele é exigido para a aprovação e é o que vai sustentar a operação.
Onde a Unike entra
A Unike assessora na seleção e na análise da franquia certa para o seu perfil, e ajuda você a entender, desde o começo, o nível de inglês que cada modelo de negócio exige. A parte de imigração é conduzida por um advogado especializado em E2, que indicamos. Não prometemos aprovação — ela é decisão do oficial de imigração.